Padarias de Gouveia, Covilhã, Espinho, Cascais e Leiria vencem concurso “O Melhor Pão de Portugal” em Seia
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A segunda edição do concurso nacional “O Melhor Pão de Portugal” distinguiu este sábado, em Seia, os melhores produtores nacionais de pão em cinco categorias, numa iniciativa promovida pela ACIP – Associação do Comércio e da Indústria de Panificação, Pastelaria e Similares, em parceria com o Museu do Pão.

O evento reuniu profissionais de todo o país e teve como palco o Museu do Pão, onde os produtos foram avaliados em prova cega por um júri especializado, tendo em conta critérios como sabor, textura, aroma, aspeto, respeito pelas técnicas tradicionais e capacidade de inovação.

Na categoria Inovação, o primeiro prémio foi atribuído à Padaria Dias, da Covilhã, que repete o triunfo alcançado na edição de 2025. O segundo lugar coube à Rustica Bakery and Brunch, de Viseu, seguindo-se a Padaria Guetim 2, de Espinho.

Na categoria Sementes, venceu a Crust, de Cascais, seguida da Fariña, de Leça do Balio, e da M. Ferreira & Filhos – Pão de Gimonde, de Bragança, que volta a subir ao pódio depois da medalha de bronze conquistada no ano passado.

Na categoria Centeio, o prémio principal foi para a Padaria Guetim 2, de Espinho. A Padaria Dias, da Covilhã, vencedora desta categoria em 2025, ficou em segundo lugar, enquanto a Padaria Pitões, de Montalegre, conquistou a terceira posição.

A melhor Broa de Portugal foi produzida pela Brisanorte, de Leiria. O segundo lugar foi atribuído à Braspordoce, de Tábua, e o terceiro à Padaria e Pastelaria Dairas, de Vale de Cambra.

Já na categoria Trigo, a vencedora foi a Padaria Tradicional de Rio Torto, do concelho de Gouveia. O segundo lugar coube à Padaria Guetim 2, de Espinho, e o terceiro à Pastelaria Vida Nova, de Ourém.

A cerimónia de entrega dos prémios foi conduzida pela apresentadora Fátima Lopes e por um representante da ACIP, que destacaram a elevada qualidade dos participantes e a exigência da avaliação realizada pelo júri.

“Foi um concurso muito renhido, com votações muito próximas umas das outras e, na final, ainda mais próximas. Temos aqui os melhores pães de Portugal neste momento”, afirmou o representante da ACIP, agradecendo a participação dos profissionais do setor e o contributo do Museu do Pão para o sucesso da iniciativa.

“Olhar para estas mesas e para o trabalho que aqui vimos é ter o maior orgulho nos profissionais que temos neste setor em Portugal”, salientou Fátima Lopes durante a cerimónia de entrega dos prémios.

Segundo a organização, o concurso pretende promover a qualidade do pão português, valorizar o conhecimento dos profissionais da panificação e incentivar a inovação num setor profundamente ligado à tradição e à identidade gastronómica nacional.

A segunda edição do concurso confirmou o crescente reconhecimento da iniciativa, que voltou a reunir dezenas de produtores e especialistas em Seia, reforçando o papel do Museu do Pão como espaço de promoção e valorização da panificação portuguesa.

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