Seis condenados por furtos qualificados após investigação da GNR
Seis pessoas foram condenadas por crimes de furto qualificado, na sequência de uma investigação conduzida pelo Comando Territorial da Guarda da GNR, que decorreu ao longo dos últimos dois anos.
Em comunicado, a Guarda Nacional Republicana refere que a decisão judicial surge no âmbito de um processo investigado pela Secção de Informações e Investigação Criminal (SIIC), através do Núcleo de Investigação Criminal de Gouveia.
Segundo a GNR, “foi possível identificar e desmantelar um grupo suspeito da prática reiterada de furtos, sobretudo em residências, ocorridos em diversas zonas do território nacional”.
No decurso da investigação, foram realizadas várias diligências policiais que culminaram na detenção de suspeitos e no cumprimento de sete mandados de busca, três domiciliários e quatro não domiciliários, nos concelhos de Chaves, Vila Real e Matosinhos.
As autoridades apreenderam diversos bens associados à atividade criminosa, incluindo “uma grande quantidade de peças em ouro, no valor aproximado de 32 mil euros”, bem como cinco armas de fogo, munições, 1.085 euros em numerário, duas viaturas e outros objetos utilizados na prática dos crimes, nomeadamente telemóveis e instrumentos utilizados na pesagem e análise de metais preciosos. Foram ainda apreendidas 20 doses de haxixe.
Na sequência do julgamento, o tribunal condenou seis arguidos, com idades entre os 38 e os 60 anos. De acordo com o comunicado, quatro dos arguidos foram condenados a penas de prisão efetiva entre cinco e treze anos, pelos crimes de furto qualificado, furto simples e falsificação de documento. Os restantes dois foram condenados a penas de prisão suspensa entre dois e três anos, pelos crimes de recetação e furto qualificado.
A GNR sublinha que “estas condenações resultam do trabalho de investigação desenvolvido”, que permitiu “interromper a atividade criminosa destes indivíduos e reforçar a segurança das populações”.
A força de segurança reafirma ainda “o seu compromisso permanente no combate à criminalidade, proteção do património e garantia da segurança e tranquilidade pública”.
