Trabalhadores de lojas e Centros de Contacto da EDP vão estar em greve
Os trabalhadores das lojas, centros de contacto e telecontagem do Grupo EDP, áreas entregues a empresas prestadoras de serviços, vão estar em greve na segunda-feira, 3 de fevereiro, para exigir aumento de salários, combater precariedade e contestar despedimentos.
Os sindicatos afetos à Fiequimetal – Federação Intersindical das Indústrias Metalúrgicas agendaram para o mesmo dia uma concentração, das 10:30h às 12:00h, junto ao Centro de Contacto da EDP, em Seia, para denunciar que “tanto a EDP, como as empresas prestadoras, não valorizam os salários e as carreiras dos trabalhadores”.
Os trabalhadores decidiram recorrer a esta forma de luta, nos plenários realizados a 6 e 7 de janeiro, colocando como objetivos da greve exigir o aumento geral dos salários e direitos, “equiparando-os aos praticados pelas empresas do Grupo EDP, que recorrem à externalização de operações que são essenciais para a sua atividade”.
Protestar contra “a pressão sobre os postos de trabalho, para efetuar vendas por objetivos, e contra a imposição da redução dos tempos de atendimento por tarefa”, é outro dos objetivos da paralisação, que pretende ainda “combater a precariedade e por emprego com direitos”. Os trabalhadores contestam ainda os despedimentos, defendem a “qualidade de serviço” e exigem “melhores condições de trabalho”, destaca o comunicado da Fiequimetal.
