Seia recebe tertúlia para falar sobre cuidados paliativos
Iniciativa promovida pela equipa de Cuidados Paliativos do Pólo de Seia da ULS da Guarda realiza-se este domingo, às 16h00, no auditório do Conservatório de Música de Seia. A participação é gratuita e aberta à comunidade.
A equipa de Cuidados Paliativos do Pólo de Seia da Unidade Local de Saúde (ULS) da Guarda promove este domingo, 11 de outubro, a tertúlia “Cuidados Paliativos: Vamos Conversar”, uma iniciativa que pretende sensibilizar a comunidade para a importância desta área dos cuidados de saúde.
Integrado nas comemorações do Dia Mundial dos Cuidados Paliativos, assinalado a 10 de outubro, o encontro está marcado para as 16h00, no auditório do Conservatório de Música de Seia.
A iniciativa pretende criar um espaço informal e de proximidade, aberto à participação de todos, onde será possível esclarecer dúvidas, partilhar experiências e conversar abertamente sobre os cuidados paliativos, contribuindo para uma melhor compreensão do seu papel no acompanhamento de pessoas com doenças graves.
A participação é gratuita e não está limitada a profissionais de saúde, sendo toda a comunidade convidada a marcar presença.
Cuidados paliativos para além do fim de vida
Assinalado anualmente no segundo sábado de outubro, o Dia Mundial dos Cuidados Paliativos procura sensibilizar para a importância de garantir qualidade de vida às pessoas que enfrentam doenças graves, progressivas ou incuráveis, bem como às suas famílias.
Ao contrário de algumas ideias ainda associadas a esta área, os cuidados paliativos não se destinam exclusivamente às situações de fim de vida. Constituem uma abordagem ativa, integral e humanizada, centrada na prevenção e no alívio do sofrimento físico, emocional, social e espiritual.
A equipa de Cuidados Paliativos da Unidade de Internamento de Seia, integrada na Área de Gestão Integrada (AGI) da ULS da Guarda, em articulação com o Pólo da Guarda, assegura o acompanhamento de doentes e famílias, procurando garantir conforto, dignidade e continuidade dos cuidados.
O trabalho desenvolvido passa também pela articulação com os serviços de saúde locais, promovendo, sempre que possível, a continuidade da assistência no domicílio e nas instituições.
A sensibilização e a formação da comunidade fazem igualmente parte desta missão, contribuindo para esclarecer dúvidas, combater preconceitos e dar a conhecer a importância dos cuidados paliativos.
