Câmara de Seia apoia corporações de bombeiros na aquisição de três novas viaturas de combate a incêndios florestais
O Município de Seia vai reforçar os meios operacionais das corporações de bombeiros do concelho com a aquisição de três novas viaturas de combate a incêndios florestais (VFCI), destinadas às associações humanitárias de Loriga, São Romão e Seia.
O investimento resulta de candidaturas apresentadas pelas próprias corporações ao programa Centro 2030, sendo financiado em 85% pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER), até ao montante máximo elegível de 250 mil euros por viatura. A Câmara Municipal “assume os restantes 15%, correspondentes à componente nacional”, refere uma nota da autarquia.
Estes veículos integram um conjunto de investimentos considerados estruturantes pela autarquia no âmbito do Instrumento Territorial Integrado (ITI) da Comunidade Intermunicipal da Região das Beiras e Serra da Estrela, com o objetivo de reforçar a capacidade de resposta dos agentes de proteção civil em todo o território.
De acordo com a Câmara Municipal, este investimento “enquadra-se na estratégia municipal de prevenção e combate aos incêndios rurais, num concelho marcado pela extensa área florestal, pela dispersão territorial e pela crescente exigência colocada aos meios de socorro, sobretudo durante os períodos de maior risco”.
Com estas novas viaturas, as corporações passam a dispor de equipamentos mais modernos, robustos e adequados às características do território, permitindo uma intervenção mais rápida, eficaz e segura no combate a incêndios.
A autarquia sublinha ainda o papel essencial das associações humanitárias de bombeiros na defesa de pessoas, bens e do património natural, destacando o profissionalismo, dedicação e espírito de missão dos operacionais no terreno.
O presidente da Câmara Municipal de Seia, Luciano Ribeiro, refere que o reforço dos meios de proteção civil “constitui uma prioridade, traduzida num investimento contínuo em equipamentos, capacitação operacional e melhoria das condições de trabalho, não só das corporações de bombeiros como dos demais agentes de proteção e socorro, de modo a assegurar uma resposta permanente às necessidades das populações”.
Num contexto em que os incêndios rurais assumem uma complexidade crescente, associada às alterações climáticas e à pressão sobre os territórios do interior, o Município reafirma a sua aposta na prevenção e proteção das comunidades, com vista a um concelho mais seguro, preparado e resiliente.
