Côja e Vila Cova de Alva elevadas a vilas históricas
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O presidente da Câmara Municipal de Arganil, Luís Paulo Costa, manifestou satisfação pela elevação de Côja e Vila Cova de Alva à categoria de vilas históricas, decisão aprovada por unanimidade na Assembleia da República.

O processo teve origem numa proposta do executivo municipal, aprovada em reunião de Câmara em novembro de 2024, com o objetivo de ver reconhecida a relevância histórica destas localidades.

Ambas atravessadas pelo rio Alva, Côja e Vila Cova de Alva partilham um percurso marcado pela condição de antigas sedes de concelho, bem como por um património e identidade de reconhecido valor.

Citado em nota de imprensa, Luís Paulo Costa sublinha que esta decisão “representa o culminar positivo de um processo que a autarquia acompanhou e impulsionou”, acrescentando que o reconhecimento da condição histórica destas localidades constitui um passo importante na valorização do território.

Côja foi vila e sede de concelho entre 1260 e 1853, tendo recebido foral antigo em 1260 e foral novo em 1514. Mais tarde, passou a freguesia e, na sequência da reorganização administrativa de 2013, integrou a União de Freguesias de Côja e Barril do Alva.

Também Vila Cova de Alva foi vila e sede de concelho até 1836. A localidade recebeu carta de foral no século XIV, posteriormente confirmada e renovada por D. Manuel I, em 1514, e por D. João III, em 1540.

Para o autarca, esta elevação “reforça o prestígio do concelho de Arganil e contribui para afirmar o seu legado histórico, podendo vir a inspirar novas dinâmicas de valorização do território, do património e da atratividade turística”.

Recorde-se que, em dezembro de 2024, também Pombeiro da Beira foi elevada à categoria de vila, num processo igualmente promovido pelo executivo municipal, reconhecendo a importância histórica desta freguesia.

📸 Município de Arganil

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